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Mancha de Cladosporium

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A mancha de Cladosporium é uma doença fungica comum na cultura do tomateiro em cultivos de estufa, aonde o ambiente está com umidade alta e temperatura na faixa de 21 a 25°C.

Os sintomas da doença são as formações de manchas amareladas na face superior da folha e crescimento dos micélios e frutificação do fungo, de coloração oliva a púrpura na outra face da folha.

Sequencialmente essas manchas se tornam áreas necrosadas, podendo provocar a desfolha das folhas, quando ocorre o agrupamento dessas manchas com o desenvolvimento da doença.

Tendo como efeito para planta a diminuição da área verde das folhas e assim a redução do potencial fotossintético da planta, consequentemente as absorções e metabolismos nutricionais da planta.

O agente causal da doença é o fungo Cladosporium fulvum, que produz conidióforos verticais, septados ou não, de 4-6 µm de diâmetro e 60-100 µm de comprimento, com extremidades rombudas, mostrando 2 ou mais cicatrizes de conídios.

A penetração dos conídios na planta é por via estomática, e o fungo apresenta várias raças fisiológicas.

A recomendação mais eficiente para o controle da doença é o uso de variedades resistentes à doença, várias delas presentes no portfólio da Rijk Zwaan.

As formas de controle cultural são o arejamento da estufa diminuindo a umidade interna da estufa, dificultando a formação dos conídios, assim como a remoção das folhas que apresentarem os primeiros sintomas, eliminando os restos culturais contaminados, seguido do uso de defensivos agrícolas recomendados para o controle da mesma, sob as doses corretas recomendadas pelas indústrias de defensivos.

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